Pela marcação de território e pela a ausência de respeito vindo de palavras próprias,
Declaro minha total indignação
Pros infernos!
Antes sair em breve daqui,
Nem mordida no ombro
Nem mãos dadas em frente aos pais
Nem o resto de prazer em ajudar,
Apenas sair daqui.
O dia, tarde, noite mais perfeito do seu ano sendo desgraçado em dois míseros minutos de stress desnecessário alheio
Manter escondido
Os atos
Os sentimentos
As palavras
Já não me satisfaz.
Talvez seja tarde, mas nunca é tarde
Para enxergar que o erro, ou a causa dele
Pode ser simplesmente uma presença que atrasou e esqueceu-se de partir.
Não levando créditos, mas a ausência deste lado talvez seja a solução
Seja geograficamente ou não, câmbio, desligo..
segunda-feira, 3 de março de 2014
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Loucura?
Fantasia positiva e catastrófica,
histórias miraboladas com rapidez;
Fatos possíveis mas inexistentes,
discursos completos e complexos;
Surrealidade espontânea
capaz de prender a atenção nesse mundo paralelo.
Utopia consciente...
quando fora do transe.
Loucura?
histórias miraboladas com rapidez;
Fatos possíveis mas inexistentes,
discursos completos e complexos;
Surrealidade espontânea
capaz de prender a atenção nesse mundo paralelo.
Utopia consciente...
quando fora do transe.
Loucura?
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Polaridades multiplas
Tenho vivenciado extremos. Uma hora senta um senhor a minha mesa, com um ar leve, simpático, registrando o óbito de sua irmã, outro dia dois jovens marcam o casamento e mal conseguem trocar um olhar sem sair faísca, logo em seguida do primeiro caso, um registro de nascimento de um lindo bebê, que mal sabe onde veio parar, no colo de seus pais babões. Enquanto isso minha cabeça parece um terremoto e na melhor das hipóteses penso em sair correndo e nunca mais aparecer. Não sei se é possível transformar um transtorno em estado, mas tenho andado bipolarmente atordoada. Ali ainda não é o meu lugar.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Estranhissimo
Por ter formas diferentes de demonstrar carinho, formas singulares, estranhas, perde-se oportunidades. Perde-se amizades, histórias, perde-se mais; perde-se tempo, e tempo pra bom entendedor é muito, tempo é raro, é algo que deve ser investido e não perdido. E não digo perdido de passado, este já se foi há tempos, digo perdido de futuro e mais, perdido de presente. Por tentar fugir das normalidades (e até banalidades) demonstrando algo sincero, simples mas verdadeiro, é deixado de lado e visto como desleixo, como se desse menos importância. Ah! claro engano, aí está a importância. Quando me importo, não colo. Quando me importo, realmente ..me importo e sinto e me doou, da minha maneira, estranha. Leia nas entrelinhas, sou feita de entrelinhas ou linhas tão esclarecidas que passam desapercebidas.
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Transbordos de lá
Enquanto os próximos sentem seu próprio aflito, eu me aflito pelos próximos, sem ter razão, mas sentindo como se fosse minha obrigação propor a felicidade alheia. Identifico-me com cada texto "bukowisko" mas a identidade não é minha, é de outrem, outrem este que faz parte de mim, que possui sentimentos que parecem meus sentimentos e não são. Talvez eu possa ser um dos que acham que sentem e não sentem nada, só se apropria dos sentimentos espalhados por aí. E talvez eu tenha sentimento de mais, acumulado em anos, que envelheceram na parede da minh'alma tal qual os livros do cartório, e por mais envelhecidos que estejam ainda estão vivos mas por algum motivo não transbordam como os transbordos de lá.
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Young Folks
Tenho lembrado de bons abraços.
O último desses foi sorridente, transbordava vontade de abraçar e sorrir.
E como os outros, raros e marcantes, ainda posso senti-lo.
Tão único, tão espontâneo, tão quente que não posso perdê-lo da memória, e sinto que não posso perde-lo da vida!
O último desses foi sorridente, transbordava vontade de abraçar e sorrir.
E como os outros, raros e marcantes, ainda posso senti-lo.
Tão único, tão espontâneo, tão quente que não posso perdê-lo da memória, e sinto que não posso perde-lo da vida!
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